quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tata's UK subsidiary wins $2.2B BPO pact

Diligenta bagged a business process outsourcing order from insurer Friends Life
By John Ribeiro
November 9, 2011 07:29 AM ET

IDG News Service - Tata Consultancy Services (TCS) has bagged a $2.2 billion business process outsourcing order from Friends Life, a provider of pensions, investments, and insurance, it said in a filing to Indian stock exchanges.

The business process outsourcing (BPO) order, spread over 15 years, is one of the larger ones for Indian outsourcers who are finding demand slackening because of the economic crisis in Europe and the U.S. It is the largest BPO contract signed in the U.K. in recent years with a new client, said John O'Brien, research director at TechMarketView, a research and consultancy firm in the U.K.
Under the terms of the contract, 1,900 staff from Friends Life will move to Diligenta, the U.K. subsidiary of TCS, taking the total number of staff at the subsidiary to 3,700. The deal is similar to a 486 million order that TCS clinched from Pearl Group in 2005 which also required the Indian outsourcer to absorb U.K. back-office staff from Pearl.
 
The U.K. BPO market is very active, in both the public sector and private sector, and life assurance and pensions in particular are hot areas, O'Brien said.

Suppliers like Diligenta with the right capabilities and platform offerings are going to do well, he said. "It leaves question marks over how rivals like HCL and Capita are going to compete," he added.
The contract with Friends Life also includes some IT services business in connection with the migration of some accounts to TCS' insurance platform called BaNCS Insurance.
The TCS deal should however not be seen to reflect a significant change in the overall outsourcing market, analysts said.

The global outsourcing and offshoring market saw large drops in transaction volumes during the third quarter this year, a substantial decline for the first time in four quarters, said Everest Group, an advisory and research firm on global services.

The number of outsourcing deals dropped to 472 outsourcing deals compared to 508 in the first quarter and 516 transactions in the second quarter of this year. Everest said it would take some more quarters to figure out if there was a definite downward trend.


John Ribeiro covers outsourcing and general technology breaking news from India for The IDG News Service. Follow John on Twitter at @Johnribeiro. John's e-mail address is john_ribeiro@idg.com

Reprinted with permission from IDG.net. Story copyright 2010 International Data Group. All rights reserved.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

BPO New Website Responds to Google Search, Northernworx.com » The Outsource Blog

"There are 2,740,000 Google searches for 'What is outsourcing?' every month. This is a huge number despite the common assumption that everyone knows what outsourcing is. Northern Worx decided to create a website where we can share our expertise and educate businesses on the basics of BPOs." Mawit Go, CMO of Northern Worx said. "We will demystify outsourcing."

http://www.theoutsourceblog.com/2011/10/bpo-new-website-responds-to-google-search-northernworx-com/

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Harvard: O Brasil como potência emergente | Brasil no mundo

Em recente evento no Centro David Rockefeller de Estudos Latino-Americanos na Universidade de Harvard em Boston, o diplomata Marcos Troyjo apresentou ao meio acadêmico e empresarial dos Estados Unidos as potencialidades e novos movimentos estratégicos do Brasil no mundo. O Blog Brasil no Mundo teve uma entrevista exclusiva com o diplomata que apresentou suas principais questões e visões estratégicas do Brasil como potência. Marcos Troyjo é diretor presidente do Centro de Diplomacia Empresarial e co-Diretor do BRICLab da Columbia University, pesquisar do Universidade Paris-Descartes (Sorbonne) e é autor de Nação Comerciante, Poder e Prosperidade no Século XXI.

1) Como os grandes países emergentes estão se preparando para a nova economia política global?
A idéia de "BRICs" (conjunto de nações emergentes que congrega Brasil, Rússia Índia e China) como categoria válida para a análise do presente e futuro das relações internacionais é um "conceito-em-construção". O sucesso de cada um desses países na economia política do século XXI resultará essencialmente de 4 perguntas que países candidatos a potência internacional têm de responder: (i) Qual é seu projeto nacional? (ii) Como perseguirá seus objetivos num mundo interdependente e conflituoso? (iii) Como está se preparando para a economia digital do conhecimento? e (iv) Que sacrifícios está disposto a fazer?
Os BRICs, se quiserem ademais atuar como grupo, em coesão que permita somar forças e assim influenciar em maior medida as relações internacionais, terão de tornar-se mais do que apenas nações que compartilham dimensões geográficas e estatísticas econômicas e sociais semelhantes – grande território, grande população, grande economia, grande potencial para desempenhar papéis construtivos ou fragmentários em suas regiões geopolíticas e na economia global, Será fundamental construir visões e ações articuladas na busca de seus interesses e acerca do entendimento de como o mundo deve funcionar. É também fundamental estabelecer instâncias regulares e formais que congreguem líderes empresariais, porta-vozes da sociedade civil e autoridades governamentais na formulação de agendas comuns.

2) Não se está colocando muita ênfase na coesão dos BRIC?
Vale enfatizar que (ao menos até agora) os BRICs não são uma organização internacional. Não são, tampouco, um bloco econômico com modalidades de livre-comércio. Não são, muito menos, plataforma para construção de consensos quanto a itens da agenda internacional como direitos humanos, meio ambiente paz e segurança internacionais regras para o comércio internacional, atuação conjunto na ONU ou OMC, etc.

3) Quais parâmetros guiarão as escolhas dos BRICs?
Os BRICs têm de saber o que querem para seus países, para suas elites, o que querem do mundo e para o mundo. Portanto, é preciso questionar se os BRICs têm um projeto de poder, um projeto de prosperidade e um projeto de prestígio.

4)       Qual deve ser o comparativo entre as motivações e capacidades de cada BRIC para o cenário internacional?
A China deseja ser rica e daí poderosa. Ela seguramente tem um projeto de prosperidade em vigor já há mais de 30 anos. Isso contribui para o incremento de seu prestígio e poder. Sua performance no campo dos chamados "novos" itens da agenda internacional (diretos humanos, meio ambiente, etc.) é das mais sofríveis. A China continuará a ser a planta de manufatura industrial do mundo ainda por muitos anos. O investimento na China será motivado essencialmente pela criação de infra estrutura local voltada ao comércio em terceiros países.
Já a Índia deseja ser poderosa e daí ter prestígio. O diferencial competitivo tem vindo da baixa remuneração do fator trabalho (salários) em determinados setores (têxteis, outsourcing, tecnologias da Informação). Não possui nenhum projeto articulado de prosperidade. O investimento continuará a vir de empresas que desejam reduzir seus custos salariais e de produção mediante a "offshorização" de suas operações. O investimento será vigoroso em áreas de valor agregado como a indústria química, software e outros segmentos relacionados às TIs, mas em escala insuficiente para fazer um "boom" que perpasse toda sua estrutura socioeconômica de castas. Ademais, os mercados de capitais ainda são pouco significativos.
A Rússia,quer poder, prosperidade e prestígio, mas não sabe como chegar lá. Às vezes, ainda fala como se fosse uma superpotência. A população de cientistas é imensa. A Europeização da Rússia irá representar uma tensão entre conflito e cooperação com países de seu entorno que acabará por produzir efeitos positivos para a Moscou. No instante em que a economia européia estiver reequilibrada, o investimento da União Européia fluirá fortemente a Rússia, pois é a última fronteira da Europa. A credibilidade do mercado de capitais e das instituições é ainda bastante frágil e vai demorar anos para tornar-se sólida. O investimento doméstico e internacional estará focado principalmente em infraestrutura e indústrias de capital intensivo.

5) E o Brasil?
O Brasil se insere numa atmosfera de incerteza quanto à economia global. Tal cenário pode implicar significativa estiagem internacional de capitais. A dependência que hoje nosso perfil econômico externo mantém com a China é por demais arriscada. É com este ambiente externo que devemos dar sentido prático à continuada expansão da economia brasileira e o resgate da dívida social. Será preciso aliar esforços de governo e sociedade na construção de um projeto para os próximos 25 anos. Este projeto tem de conjugar aquilo que as empresas brasileiras vêm fazendo de melhor em termos de mercado global e uma visão estratégica de como devemos nos inserir na geoeconomia do século XXI.

6) Por que afirma que o Brasil precisa de um "business grade"? Há modelos de negócios brasileiros a seguir?
Hoje, apesar da "neocrise" de 2011, ainda há uma espécie de "espiral de otimismo" que envolve o Brasil. Muitos mostram-se impressionados com a resiliência e criatividade de algumas empresas brasileiras.  O estudo da evolução dessas empresas (Alpargatas, Marcopolo, Embraer, Petrobras, Vale, Fogo de Chão, BOVESPA, Natura) ao longo dos últimos 15 anos nos faz concluir que, em graus e aplicações diferentes, podem ser identificadas 3 características que ajudam a mapear o DNA do sucesso dessas corporações.
A primeira dessas características é o que poderíamos chamar de "auto-destruição criativa". São empresas que entenderam a dinâmica radical de aparecimento e transformação de tecnologias e de como isso afeta seu negócio. A Alpargatas deixou de ser uma empresa de calçados para tornar-se uma empresa de design & branding. Há 20 anos, as Havaianas eram produto para as classes D e E. Seu principal atrativo era "não deformar, não ter cheiro e não soltar as tiras". Hoje, com design apurado e marketing de primeira linha, as Havaianas ostentam loja-conceito no bairro de Saint-Germain-des-Près, em Paris, e adornam os pés de Nicole Kidman ou Carla Bruni.A Petrobras está deixando de ser uma empresa de petróleo para tornar-se uma corporação de múltiplas fontes de energia, com presença importante em biocombustíveis e geradores eólicos e fotovoltaicos. A Vale não é mais apenas uma gigante da mineração, mas da logística, e assim por diante.
São empresas que também se tornaram verdadeiros "Hubs de Conhecimento". Corporações que promovem maciços investimentos em educação empresarial e até mesmo universidades corporativas. Apostaram no pagamento de MBAs a seus executivos e em Mestrados e Doutorados para a ponta técnica e especializada. É comum também o envio de seus principais executivos e pessoal temático a mecas acadêmicas como INSEAD, IE, London Business School, Harvard, MIT.
Outro traço distintivo dessas campeãs brasileiras é o seu conservadorismo financeiro. Em meio à sedução de derivativos e IPOs intempestivos, trabalharam duro para tornar a operação em-si, e não milagrosas fontes externas, sua principal base de financiamento.
A última característica dessas empresas é que, sem abandonar o presente, já se encontram com olhos voltados para o futuro. E o amanhã para elas é movido por 3 condutores: internacionalização, capital humano e planejamento de longo prazo. Elas escolheram o caminho da internacionalização seja através do modelo de "empresa-comerciante" (turbinando exportações e importações) ou do modelo de "empresa-rede" (espraiando a rede de produção e distribuição por todo o mundo, sempre visando ao menor custo e máximo retorno). Utilizam seu valioso capital humano para moldar o futuro. A Petrobras hoje tem planos diretores que chegam até mesmo ao ano de 2030. Ou seja, já conquistamos o investment grade. Agora é partir para o business grade.

7) Para o Brasil, quais devem ser os pilares de uma nova competitividade externa?
O papel a ser desempenhado pelo Estado é central. É dizer, o Governo é parte da solução e parte do problema. A opção pelo mercado interno por parte do Brasil tem sido cantada em prosa e verso como a grande responsável pela maneira quase incólume com que o País passou pela crise deflagrada em setembro de 2008. Isso leva alguns a concluírem que é um erro a internacionalização da economia brasileira. Que não importa a pequena ênfase que o Brasil confere à conquista de mercados externos. Ora, nada mais errado. A China também atravessou a crise de cabeça erguida, e ostenta 60% de seu PIB relacionado ao comércio exterior.
Muitos acreditam que a baixa participação do Brasil no comércio mundial (menos de 1% de tudo que se compra e vende no mundo) e do comércio exterior no Brasil (apenas cerca de 17% do PIB) é fruto do protecionismo dos países mais ricos. No entanto, há questões prévias, ainda mais importantes que o resultado dessas negociações. Por exemplo: o  Brasil quer fazer do comércio exterior sua principal via de inserção na economia global? Será que desejamos que o comércio exterior se torne nossa ferramenta privilegiada para a construção de poupança nacional e de recursos para investir? Temos portanto que substituir noções simplistas, como a idéia de que "o mercado mundial pode ser interessante para o Brasil se barreiras protecionistas forem eliminadas", por questões como "qual nossa estratégia de promoção comercial mesmo num mundo protecionista?"
As lições da história econômica das últimas décadas ensinam claramente que aqueles países que buscaram a internacionalização tiveram mais êxito do que os atrelados dogmaticamente a seu mercado interno. Cabe ao Brasil aprender essa lição. Para esse objetivo, além das reformas trabalhista, previdenciária e tributária, há um "quarteto" de prioridades: (i) a facilitação da legislação interna para abertura de empresas de vocação exportadora; (ii) ênfase nos aspectos logísticos de projetos a serem contemplados pelas PPPs (parcerias público-privadas); (iii) formação de recursos humanos especializados, no âmbito do setor privado, para a promoção comercial no exterior e a atração de IEDs (investimentos estrangeiros diretos), e (iv) fortalecimento da presença das micro e pequenas empresa mediante consórcios exportadores. Eis os primeiros, e elementares, passos rumo a uma nova inserção externa.

Qual então sua visão prospectiva para o Brasil?
O Brasil ainda está em busca de um projeto articulado de poder ou prosperidade. Sua visão estratégica é mais geopolítica que geo-econômica.  Sua idéia de prestígio está entrelaçada principalmente com o fortalecimento da ONU e a construção de uma Comunidade Sul-Americana de Nações, bem como a cooperação Sul-Sul, mas com pouca margem para além das "boas intenções" e relações "equilibradas". Tentativas levadas a cabo pelo Brasil de construir relações estratégicas, como a China ou a França, são unilaterais na maioria das vezes.
A nova posição do Brasil nas relações internacionais virá de êxitos em setores específicos (agroenergia, mineração, perfuração e extração de petróleo offshore, aviões, conglomerados bancários gigantes e os efeitos multiplicadores para a indústria de serviços do investimento em infraestrutura). E, em grande medida, pelo novo status de potência petrolífera viabilizado pelas descobertas do pré-sal. Eis a grande janela de oportunidade, associada à economia da criatividade, para fazer as reformas internas, subir o investimento em P&D para 2% do PIB e internacionalizarmos a marca 'Brasil'. Assim, o País estaria inserido de forma definitiva no quadro das nações mais dinâmicas, prósperas e influentes do século XXI.
*Palestra co-patrocinada pelo David Rockfeller Center for Latin America Studies, Harvard-MIT Workshop on the Political Economy of Development in Brazil, e  Sustainability Science Program, Harvard Kennedy School-HKS


About Fábio Pereira Ribeiro
é especialista em finanças, inteligência estratégica e política internacional. É diretor de Marketing e Novos Negócios da Strong Educacional Esags FGV, professor da UNIBR.
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http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/brasil-no-mundo/2011/10/03/harvard-o-brasil-como-potencia-emergente/

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TCI BPO joins hands with PL Engineering, forms PLE-TCI Engineering

[logo]​​
TCI BPO joins hands with PL Engineering, forms PLE-TCI Engineering
 
Date: TCI BPO, market leaders in Business Process Outsourcing, today signed a joint venture with PL Engineering, a Punj Lloyd company, to offer the best of engineering and outsourcing industry. The joint venture was facilitated through TCI KPO, a fully owned subsidiary of TCI BPO.
 
This association syndicates TCI’s knowledge in outsourcing projects and PL Engineering’s capability and experience in complex engineering projects, especially in oil & gas, infrastructure, energy and petrochemicals segment.
 
Commenting on this momentous occasion, Ewaldo Del Valle, CEO of PLE-TCI Engineering, said, "Training of labor and supporting the domestics market is a major impetus for us. We will invest in building up the skill set in the domestic workforce and will create a distinct Brazilian company, fully structured to assist regional and overseas operations”.
 
The use of technical know-how, intellectual property and software docked in the company will assist training and development of local workforce in Brazil. The taskforce with enhanced skill set will support the growth of international operations and already existing EPC businesses in other countries.
 
“PLE-TCI Engineering already has a highly specialized team with extensive industry experience. The intensive exchange of knowledge between the two countries through the presence of our Indian engineers training here in Brazil and our Brazilian engineers at the base, operational in India, will further fillip the skills set”, added Mr. Valle.
 
With this maiden KPO project in Brazil, PLE-TCI Engineering has marked its entry in Latin America to provide services for outsourcing of engineering. The company will work with an office in Brazil and India each, building a platform for exchange of knowledge and transactions between the two countries working in a fully integrated manner.
 
About TCI BPO

TCI BPO is a 100% Brazilian company that offers its customers complete solutions for outsourcing of business processes, which result in an increase in quality and cost reduction by means of improvement in the operations that do not comprise the focus of its core business. In the Country, it is the only company with national coverage with infrastructure for electronic management of documents, information technology, logistics, back-office for the area of health and human resources in an integrated way. : http://www.youtube.com/watch?v=e-4iHH25V_8 ou http://www.tcibpo.com/

 
 
About PL Engineering

PL Engineering, Punj Lloyd Group Company, provides a full-spectrum of design and engineering services in the oil & gas, chemical & petrochemical, power and infrastructure sectors. Design and engineering capabilities cover all the stages of the product and project life-cycle starting from concept design to commissioning. Services include feasibility studies, front end design, detail design, analysis and stimulation. In 2010, PL Engineering raised capital from Fidelity Growth Partners India (FGPI), the private equity arm of Fidelity International focused on growth capital investing across sectors. This investment is an endorsement of PLE’s impressive track record and growth potential.

The company currently has 800 employees across delivery centers in Gurgaon, Hyderabad and Abu Dhabi working in a global work share environment, enabled by state-of-the-art IT infrastructure. Over the last few years the company has aggressively built up its client base, which includes global companies across North America, Europe, Middle East and India. The senior management team has deep expertise in scaling up outsourcing businesses and in the energy vertical with previous experience in leading firms like Genpact, Bechtel, L&T and EIL. Further information is available on www.ple.co.in

About Punj Lloyd

Punj Lloyd (BSE SCRIP ID: PUNJLLOYD, NSE SYMBOL: PUNJLLOYD) The Punj Lloyd Group is a diversified international conglomerate offering EPC services in Energy and Infrastructure along with engineering and manufacturing capabilities in the Defence sector. Known for its capabilities in delivering mega projects “ontime,” thereby ensuring repeat customers, the Group possesses a rich experience of successfully delivered projects across the globe, while maintaining the highest standards of health, safety, environment and quality (HSEQ). Further information about the Group is available at www.punjlloydgroup.com

 

For more details, please contact:

RMA Comunicação - RMA Communication
Júlia Berwerth (julia.berwerth@rmacomunicacao.com.br) - (11) 2244.5992

 

 

 

 

TCI BPO joins hands with PL Engineering, forms PLE-TCI Engineering

TCI BPO joins hands with PL Engineering, forms PLE-TCI Engineering

 

Date: TCI BPO, market leaders in Business Process Outsourcing, today signed a joint venture with PL Engineering, a Punj Lloyd company, to offer the best of engineering and outsourcing industry. The joint venture was facilitated through TCI KPO, a fully owned subsidiary of TCI BPO.

 

This association syndicates TCI's knowledge in outsourcing projects and PL Engineering's capability and experience in complex engineering projects, especially in oil & gas, infrastructure, energy and petrochemicals segment.

 

Commenting on this momentous occasion, Ewaldo Del Valle, CEO of PLE-TCI Engineering, said, "Training of labor and supporting the domestics market is a major impetus for us. We will invest in building up the skill set in the domestic workforce and will create a distinct Brazilian company, fully structured to assist regional and overseas operations".

 

The use of technical know-how, intellectual property and software docked in the company will assist training and development of local workforce in Brazil. The taskforce with enhanced skill set will support the growth of international operations and already existing EPC businesses in other countries.

 

"PLE-TCI Engineering already has a highly specialized team with extensive industry experience. The intensive exchange of knowledge between the two countries through the presence of our Indian engineers training here in Brazil and our Brazilian engineers at the base, operational in India, will further fillip the skills set", added Mr. Valle.

 

With this maiden KPO project in Brazil, PLE-TCI Engineering has marked its entry in Latin America to provide services for outsourcing of engineering. The company will work with an office in Brazil and India each, building a platform for exchange of knowledge and transactions between the two countries working in a fully integrated manner.

 

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TCI BPO is a 100% Brazilian company that offers its customers complete solutions for outsourcing of business processes, which result in an increase in quality and cost reduction by means of improvement in the operations that do not comprise the focus of its core business. In the Country, it is the only company with national coverage with infrastructure for electronic management of documents, information technology, logistics, back-office for the area of health and human resources in an integrated way. :http://www.youtube.com/watch?v=e-4iHH25V_8 ouhttp://www.tcibpo.com/

 

 

About PL Engineering

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The company currently has 800 employees across delivery centers in Gurgaon, Hyderabad and Abu Dhabi working in a global work share environment, enabled by state-of-the-art IT infrastructure. Over the last few years the company has aggressively built up its client base, which includes global companies across North America, Europe, Middle East and India. The senior management team has deep expertise in scaling up outsourcing businesses and in the energy vertical with previous experience in leading firms like Genpact, Bechtel, L&T and EIL. Further information is available on www.ple.co.in

About Punj Lloyd

Punj Lloyd (BSE SCRIP ID: PUNJLLOYD, NSE SYMBOL: PUNJLLOYD) The Punj Lloyd Group is a diversified international conglomerate offering EPC services in Energy and Infrastructure along with engineering and manufacturing capabilities in the Defence sector. Known for its capabilities in delivering mega projects "ontime," thereby ensuring repeat customers, the Group possesses a rich experience of successfully delivered projects across the globe, while maintaining the highest standards of health, safety, environment and quality (HSEQ). Further information about the Group is available at www.punjlloydgroup.com

 

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Fabio Fischer de Aguiar
TCI BPO SA
Mobile: 55 11 8356 5061
Twitter: @fabio_fischer


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A TCI BPO, especializada na terceirização de processos de negócios, encontrou na Índia a solução para oferecer novos serviços no mercado brasileiro. A TCI KPO, empresa pertencente à TCI BPO, formou uma joint venture com a indiana PL Engineering para fundar a PLE TCI Engenharia, com investimento de R$ 2 milhões para ofertar os servicos de outsorcing de engenharia.





Fabio Fischer de Aguiar
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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Genpact to acquire EmPower Research - Inovative transition & evolution in BPO

Genpact to acquire EmPower Research - Inovative transition & evolution in BPO

http://articles.economictimes.indiatimes.com/2011-09-15/news/30160089_1_social-media-genpact-president-bpo-major-genpact-today

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Cover Story View: The Indian IT-BPO Industry - % By Som Mittal, President, NASSCOM

http://peoplematters.in/articles/cover-story/cover-story-view-the-indian-it-bpo-industry-shine-on

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Education theories: The horse before the cart | The Economist

http://www.economist.com/node/21529013?frsc=dg%7Ca

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Is Brazil the next ‘startup nation’?

http://m.memeburn.com/2011/09/is-brazil-the-next-startup-nation/?wpmp_switcher=mobile

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BSO: the next step in BPO evolution

http://www.outsourcemagazine.co.uk/articles/item/4092-bso-the-next-step-in-bpo-evolution

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Acquisitions will be a strategic differentiator

O incremento e fortalecimento do CAGR das Companhias via crescimento inorganico aumenta valor percebido, desde que seja direcionado para aquisicoes complementares, cujos ganhos vao alem do volume de consolidacao financeira do merge, chegando a ganhos tangiveis de sinergia e, principalmente, incremento de competencias e faturamento atraves de novos segmentos com margens mais elasticas.

Neste sentido, a Nasscom ja havia publicado esta tendencia em relatorio ja postado neste blog, indicando um mercado mundial para outsourcing de U$ 1.5 tri ate 2020. 80% deste crescimento sendo oriundo de novas geografias (paises emergentes), SMB's e novas verticais, destacando-se governo, saude e utilities como principais.

Exemplo dessa realidade sao recorrentes em empresas Indianas de vanguarda na industria de BPO. No link abaixo percebe-se que a Wipro esta apostando nos setores de serviços financeiros, saúde, varejo, energia e utilities para buscar diferenciacao e crescimento de qualidade. Preveem crescimento entre 5-7% pontos à frente da indústria. A estrategia eh aferir em cada um desses setores onde estão as lacunas na cadeia de valor a fim de se ofertar serviços end to end. Os processos de M&A visam justamente acelerar o preenchimento desses gaps com aquisicoes complementares que tragam competencias prontas, receita, carteira e cases maduros.

http://economictimes.indiatimes.com/opinion/interviews/acquisitions-will-be-a-strategic-differentiator-t-k-kurien-wipro/articleshow/8104418.cms

Enviado pelo meu aparelho BlackBerry da Claro

domingo, 17 de abril de 2011

Book indication: A Whole New Mind: Why Right-Brainers Will Rule the Future.

" In his book, A Whole New Mind: Why Right-Brainers Will Rule The Future, Daniel Pink explains that we're in the "Conceptual Age" and that skills that were revered in the Industrial Age and Information Age are not as integral to where we are as a society today. Pink writes:

We've progressed from a society of farmers to a society of factory workers to a society of knowledge workers. And now we're progressing yet again—to a society of creators and empathizers, of pattern recognizers and meaning makers. We've moved from an economy built on people's backs to an economy built on people's left-brains to what is emerging today: an economy and society built more and more on people's right-brains."

Find bellow the book link:

http://www.amazon.com/gp/aw/d/1594481717/ref=aw_d_iv_books?is=l

Enviado pelo meu aparelho BlackBerry da Claro

sábado, 2 de abril de 2011

Potential opportunities in the Business Process Outsourcing sphere

Artigo que apresenta de forma lucida o Business Process Outsourcing (BPO) atraves ponto de vista de um relatorio estrategico global do setor. Entre outros aspectos, informa que este mercado deverá ultrapassar U$ 930 bilhoes de dólares em receitas em 2015, impulsionado pelas atividades das empresas no mundo todo, o objetivo de reduzir os gastos no curto prazo e necessidade de transformacao dos processos por meio da terceirização de atividades secundárias.
Apresenta ainda os paises emergentes como os maiores beneficiarios dessa onda de crescimento.

http://www.pr-inside.com/potential-opportunities-in-the-business-process-r2514061.htm


Fabio Fischer
Enviado do meu BlackBerry® da TIM

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quadrante Mágico do Gartner para BPO em F&A (Finance and Accounting)


Este relatório analisa os principais fornecedores de BPO para de F&A com faturamento acima de US $ 40 milhões em 2009. Nesse material, temos as empresas e respectivas localizações na matriz do Gartner em função de habilidade da execução versus completude de visão. Empresas como a WNS, Wipro, Infosys, Genpect integram parte do time que popula o gráfico. Outro ponto interessante é a segmentação do mercado pela escala, experiência, e foco de atividades (entre empresas de médio ou grande porte, várias ou apenas uma indústria, vários ou apenas um país).

Além de diversos outros pontos analíticos, este material do Gartner apresenta avaliação objetiva para cada empresa integrante do quadrante. De forma didática e dividindo entre “pontos fortes” e “cuidados”, o estudo apresenta panorama embrionário de SWOT de cada empresa.

Em relação à WNS, por exemplo, temos:

Pontos Fortes

• Habilidades de entrega e de transição foram classificados como pontos fortes pelos clientes.

• WNS tem 6.200 FTE´s prestando serviços de F&A, na maior parte, transacional. Porém, tem estabelecido um bom número de FTE´s executando servicos de nivel mais complexo e específico.

• A empresa tem mais de 50 contratos de BPO de F&A de abrangência complexa.

• As verticais de mercado incluem transporte e viagens, serviços financeiros, bens de consumo, mídia e entretenimento.

• Estratégia de marketing e os esforços recentes de melhoria na entrega têm sido significativos e já encontram resultado através das novas vendas.

Cuidados

• A empresa não tem clientes europeus e americanos através de Nearshore sites. Está construindo centros na Romênia e Costa Rica;

• WNS predominantemente opera de centros de offshore na Índia e do Sri Lanka, com poucos funcionários com capacidade de entrega de serviços de BPO que possam oferecer suporte a várias línguas européias e requisitos específicos de F&A dessas regiões.

• Alguns clientes solicitam maior clareza em torno da estrutura da organização e forma de apresentação dos projetos em fase de prospecção.

• Não possue expertise de F&A nos setores públicos e de saúde.

• Alguns clientes citam que WNS tem públíco e competências limitadas internamente em ITO.

Material rico e de leitura obrigatória para empresas do setor na América Latina. Os desafios e oportunidade são os mesmos. Lições de outras empresas do setor em escala global, bem como a avaliação crítica de consultorias do setor, como esse material do Gartner, surgem como ferramentas lúcidas para apoiar na transição de um modelo de oferta baseado em produtos e serviços para um lastreado em processo, integração e inovação da cadeia produtiva.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Outsourcing na América Latina X Outsourcing na India


Dentre as razões pelas quais empresas americanas e européias estão contando com a América Latina para suas necessidades de terceirização, destacam-se a questão da proximidade e, em particular, a Europa, a vantagem lingüística e de comunicação que, como bem sabemos, é condição de sucesso para processos de outsourcing de auto valor agregado

Além da qualidade da mão de obra e infra-estrutura, há também um número crescente de trabalhadores latino-americanos que estão se especializando na língua saxônica. Um exemplo disso está na Bolívia onde a indústria de terceirização é hoje considerada uma das de maior crescimento no país, segundo um relatório do TMC.net. A Associação de Contact Center e BPO colombiana (ACDECC) revelou que, em 2009, a renda gerada pela indústria foi de quase US $ 1,2 bilhão, um aumento de 18 por cento em relação a 2008. Estima-se que até 2012, a renda do setor chegue a US $ 2 bilhões.

Além de uma população em franco crescimento, há uma grande base de competências disponíveis. Em um estudo realizado pela AT Kearney, a Costa Rica foi relatada como um mercado atraente, apesar de sua população relativamente pequena. Em contraste, o Brasil é o país mais populoso do continente e, apoiado por sólida infra-estrutura, se apresenta como altamente atraente para outsourcing de TI, em particular. Em outro relatório intitulado "Destino América Latina: A Near-Shore Alternative", a AT Kearney demonstra que o percentual da população na faixa etária de 15-29 é um indicador da força de trabalho disponível para ITO e BPO para serviços globais.

A América Latina vem se demonstrando uma alternativa viável ao eixo Indiano, não apenas pelos fatos acima, mas pela estabilidade política e econômica que demonstra já há algum tempo. De fato, mesmo como imponente e grandioso celeiro mundial de prestação de serviços de outsourcing, a Índia, após os ataques em Mumbai em 2008, tem levantado preocupações internacionais sobre sua segurança. O fator distância também se coloca contra a Ásia como um hub de terceirização. Para algumas empresas contratantes, isso tem se revelado difícil, pois gerir operações complexas com trabalhadores tão distantes muitas vezes se mostra menos competitivo, em termos de custo e qualidade. Há casos, inclusive, de processos reversos de sourcing em empresas americanas.

Outro ponto relevante em relação a Índia é que o que foi no passado um grande diferencial competitivo, hoje está gradativamente migrando para os padrões jurídicos e financeiros do países clientes. A título de exemplo, a inflação de salários na Índia atingiu os 15 por cento para os serviços de TI em 2006, segundo a AT Kearney. Tal fato, em adição aos registros de turnover de funcionários variando entre 16% e 20%., apresenta um novo ingrediente na história dessa região. Já a América Latina, tem sido capaz de manter os custos baixos, o que para a economia de escala no mercado de outsourcing, é um imperativo. A AT Kearney descobriu que empresas americanas e européias têm conseguido economias de custo entre 20 e 40 por cento com terceirizações na América Latina.

Resta saber se os esforços e investimentos das empresas de outsourcing latino-americanas, bem como se as políticas de desenvolvimento econômico dos respectivos países serão eficientes e eficazes na implantação dos necessários projetos estruturais e educacionais para consolidar essa região como centro de excelência global de alto escala, no prazo que o mercado impõe. A janela de oportunidade está aberta.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

BPO indiano enfrenta enorme rotatividade de funcionários



Mesmo as grandes empresas de BPO Indianas são atingidas pelo aumento do nível de turnover. Durante o trimestre abril-junho de 2010, a título de exemplo, a taxa de rotatividade da TCS foi de cerca de 20 por cento e a da Wipro foi de 16.

A empresa de consultoria de RH Talentar, através de seu Diretor, Abhishek Udayai, diz: "O mercado de trabalho está se abrindo e isso se tornou uma preocupação para muitas empresas de terceirização. BPO é o maior fornecedor de emprego na indústria de TI, mas da taxa de turnover também"

No entanto, headhunters acham que o setor BPO, que foi considerado como um trampolim para uma carreira de TI ou corporativa, está lentamente ganhando autonomia, se transformando e subindo na cadeia de valor do mercado. A indústria amadureceu muito e é um dos sectores de maior crescimento da Índia, empregando 768.000 profissionais. A maioria das empresas está promovendo investimentos e preocupadas na gestão de seus departamentos de recursos humanos (V. http://fabiofischer.blogspot.com/2010/07/retencao-de-talentos-ponto-chave-para.html  )

Ref:
http://www.theoutsourceblog.com/2010/07/indian-bpo-facing-huge-churn-of-employees/

quinta-feira, 29 de julho de 2010

BPO, Estratégia, Inovação e o Público Interno: onde reside o sucesso?



Os processos de inovação e criatividade não se avaliam pela rapidez e simplicidade, mas pelos resultados que alcançam num período estabelecido. Este tema, de tão importante para empresas de BPO, demanda uma tradução e adaptação livre do link abaixo para geração de valor célere para os leitores mais comprometidos com mudanças qualitativas e eficiência empresarial.

Existem várias teses e publicações, práticas e acadêmicas sobres modelos inovadores de negócios e como empresas de serviço devem ajudar seus clientes e parceiros a se diferenciar pela remodelagem operacional e terceirização. Essas tentativas acadêmicas muitas vezes são infrutíferas, simplesmente porque o assunto é um alvo em movimento com regras sendo quebradas e criadas a cada dia. Além disso, as ferramentas existentes estão se tornando obsoletas e as melhores práticas são frequentemente as piores práticas por serem ultrapassadas ou fora do contexto do executor empresarial . Isso não quer dizer que todas as organizações não são inovadoras, quer dizer que nossos sistemas de gestão e educação devem ser mais flexíveis e ousados.

Inovação não é necessariamente uma revolução. O que é necessário é a construção cuidadosa de um processo de tomada de decisão baseado no bom senso. O pragmatismo de uma abordagem de gestão focada no pipeline e uma intenção estratégica de liderança com resultado e previsibilidade como ponta da bússola são premissas de sobrevivência no mercado volátil como vivemos e viveremos.

Existem acadêmicos dizendo às pessoas para fazerem coisas diferentes , mas além de servirem como oráculos do aconselhamento, não podem realmente fazer nada mais em garantia do sucesso (porque não sabem fazer ou porque o paradigma consultivo é distinto do executivo ). E depois há aqueles que defendem a terceirização de seus problemas para a multidão como a melhor solução.

A matéria do Mootee Idris que esse post usa como pano de fundo e remete a leitura, faz um brainstorm sobre como gerir a mudança:

• Não evitar o título de inovação, torná-lo disponível para mais pessoas. Isso demonstra o compromisso da Companhia em se tornar melhor.

• Abrir o diálogo de inovação para um grupo cada vez maior. Encontrar maneiras para compartilhar histórias e envolver mais pessoas.

• Métricas são importantes, mas somente quando a idéia de desenvolvimento está entendida como estratégia de negócios. Muitas vezes criam-se pilotos com base na monetização das idéias inovadoras. Colocando-se métricas antes do nivelamento do modelo de negócio, corre-se o risco de empurrar a empresa para a direção errada.

• Metas de curto prazo são importantes desde que estejam alinhadas e comunicadas dentro de um guarda-chuva de longo prazo. Muitas vezes as pessoas se distraem e acabam se concentrando na obtenção de muitas pequenas vitórias rápidas e incrementais perdendo de vista a grande idéia.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Chegando ao mercado oriental: pensar regionalmente, atuar localmente.



Transformações radicais nas organizações e modelos de negócios são as teses de sucesso comprovadamente mais implementadas para atender mercados de alto crescimento.

Insights como: vá onde o crescimento está, mude o jogo, alavanque a inovação e talento através de equipes regionais, pense cidades (não regiões ou países), customize localmente e aprenda a comercializar e vender através de uma variedade de canais são pontos interessantes levantados pela Mckinsey quando se tenta entender a lógica de sucesso para o crescimento em países emergentes de alto volume populacional.

O pano de fundo desta analise publicada, serve de referência para como empresas sediadas no Brasil podem se preparar para movimentações empresariais em territórios emergentes distintos.

Aplicativos Google para Governo


Google Apps possui a certificação do EUA determinada pela lei nacional vigente, a Federal Information Security Management Act ( FISMA ) que, entre outras coisas, norteia os padrões de segurança para aplicações de cloud computing. A lei americana é aplicada a todos os sistemas utilizados por agências do governo federal. Desta forma o Google afirma que está muito mais fácil para as órgão públicos comparar os aplicativos dele para Governo com os recursos de segurança dos sistemas existentes nas entidades públicas. Na avaliação preliminar realizada, afirma-se que a maioria órgãos da administração perceberam que o Google Apps fornece pelo menos padrão equivalente, se não melhor, ao padrão de segurança que as entidades públicas têm hoje. Na opinião do Google “Isto significa que os clientes do governo podem se mover para a nuvem com confiança".
O Google Apps para Governo está disponível para qualquer esfera do governo, federal, estadual ou municipal nos EUA.

No link abaixo do Blog encontra-se a matéria na íntegra e hiperlinks afetos a matéria.


terça-feira, 20 de julho de 2010

Arco e Flecha - Talento e Genialidade


Nos últimos dias, muito se comentou aqui no blog como é importante o tema da inovação no Brasil. Não falo da relevância obvia da matéria no contexto econômico, mas como argumento de um grupo que crê em algo maior do que ele mesmo e impõe a defesa do Novo como bandeira de uma verdade maior. O talento de, através desse ideal, exercitar, ousando com alegria, e trazendo um benefício real e tangível a sombra dessa “transgressão”.

A cada dia que passa, aumenta-se a crença de que a genialidade do brasileiro está muito mais vinculada ao exercício da espontaneidade do que a uma razão voltada a um específico fim. A flexibilidade do espírito, e não da moral, coadunada com a vontade de realizar o potencial latente de ser brasileiro, é uma ferramenta que ainda não atingiu seu verdadeiro potencial.

Talento e genialidade são palavras prodigamente utilizadas pelos ufanistas brasileiros de plantão, porém o eco essencial desses adjetivos continuam jogados sem âncora no mar, açude, lago e rios deste continente Tupi. O grande momento da virada começou. O mundo necessita de novas realidades. Já se percebe na prática que a soberba do sucesso traz em si a luz que salva e sega. O Brasil, junto com outros países emergentes, através de seus paradigmas e culturas há muito esquecidos pelo pragmatismo contemporâneo, demonstrará que talento e genialidade são como arco e flexa, aquele é como um arqueiro que acerta um alvo que outros não atingem, esta é como um arqueiro que acerta o alvo que ninguém vê.

Crenças negativas históricas devem ser afastadas, nossos pensamentos elevados. Mudemos nosso modelo mental. As frases que estamos acostumados a repetir incessantemente acabam se tornando convicções e ossificando os órgãos da inteligência. Vamos em frente. Muito há a se fazer. Existe um potencial latente incomensurável no momento atual brasileiro e para realizar muito, é preciso acreditar que se pode realizar mais do que se é capaz.

Reinventemo-nos.

Crescimento população global: descompasso, oportunidade para Amélica Latina

Em conversa em almoço ontem aqui em São Paulo com o amigo Rakesh Vaidyanathan, Head do The Jay Group, consultoria especializada no relacionamento entre países emergentes, ele levantou um dado bastante relevante em relação ao potencial que se avizinha no tempo nas oportunidades de inserção do Brasil e Índia no contexto econômico mundial.
A avaliação dele do porque investir em infraestrutura e capacitação em outsourcing ser um bom negocio para próximos anos, está ligado aos seguintes fatos:
1. Crescimento econômico;
2. Falta de Mão de obra mundial ( ver slide abaixo);
3. Distribuição desproporcional de mão de obra nas geografias remotas ( Europa e Estados Unidos com Déficit e America Latina e India com superávit).
Desta forma, quem consegue arbitrar talento no mundo, vai ganhar dinheiro ! BPO é a plataforma para se fazer offshore!
Namaste e Oxalá! Quem viver verá, quem trabalhar aparecerá.

Crescimento e Oportunidade: Referência para o Brasil até 2020

As diferenças de crescimento demográficas do mercado interno e mundial revelam que durante a próxima década, vantagens competitivas em relação ao perfil da população concentrada nos jovens podem ser o grande diferencial gerador para novas oportunidades e devem ser otimizadas.
Perguntas importantes como quais políticas devem ser adotadas para otimização dessas oportunidades emergentes e o que devemos fazer como país para que nos tornemos vencedores na nova década são pontos de análise e ação merecedores de emergencial discusão, principalmente, no ano em decidiremos quem e o papel dos novos líderes políticos no Brasil.
Com o objetivo de responder a essas perguntas, a All India Management Association (AIMA), junto com a CII (Confederação Indiana de Indústrias) e o Boston Consulting Group, publicaram um relatório Estratégico comparticipação de líderes da indústria, universidade e governo.
Material bastante lúcido e objetivo que serve como referência para o Brasil, suas empresas, políticos e a sociedade organizada.

sábado, 17 de julho de 2010

Nasscom BPO Strategic Summit 2010: BPO 3.0


O evento de estratégia em BPO promovido pela Nasscom em junho de 2010 em Bangalore, Índia, apresentou que o crescimento da indústria em 2009 foi de apenas 6%, abaixo das altas taxas de crescimento de duplo dígito visto no ano anterior. Porém, a Nasscom está otimista com o crescimento da indústria e espera que seja em torno de 15-18 % este ano. A crise econômica na Europa ainda é iminente e, portanto, grandes perspectivas devem ser mantidas sobre cautela.

A boa notícia é que esta conferência marcou o surgimento do " BPO 3.0” . No discurso de abertura , o presidente do Fórum, Talwar Vikram e o Presidente da Nasscom , Som Mittal comentaram sobre a evolução da indústria. Organizações da era 3.0 estão se afastando de do mero papel transacional de suporte. Os clientes querem essas organizações compartilhando risco e colhendo os frutos com eles. Transformação de negócios é o novo mantra da indústria., mas isso vem com alguns desafios. O mais crítico ainda é encontrar o talento certo . Embora o trabalho desenvolvido hoje já ser bastante complexo, necessita de uma compreensão mais profunda das necessidades dos clientes e, consequentemente, a força de trabalho deve ser altamente qualificada e competentes.

Além disso, o evento ratifica a previsão feita em 2009 pelo mesmo fórum de que um impacto sem precedentes sobre a economia nos últimos 10 anos força mudanças demográficas e de necessidade de crescimento em novos setores, mercados e linhas de serviço. 80% do crescimento incremental serão conduzidos tanto por oportunidades fora dos mercados core atual, como por verticais e segmentos de clientes diferentes. 80% de crescimento incremental, não pode ser capturados exclusivamente através do modelo atual de "proposição de offshoring por de baixo custo ". Necessidade de novos modelos de negócio é premente.

Importância do mercado de BPO na Índia (video)


Em 2006 - a Genpact, havia faturado U$ 600 Mi e a negociação da compra da CSC do CitiGroup na India foi matéria de discussões e de reportagens televisivas. 60% do mercado de BPO na india vem de serviços financeiros (BFSI). A Genpact, na época, possuia apenas um cliente no setor sediado nos EUA.

Várias empresas entraram na disputa, entre elas a WNS (controlada pelo PE Warburg Pincos), tendo em  vista a melhoria de margem que tal aquisição poderia gerar. Em relação a Capitive centers (CSC), empresas de  BPO são 40 % mais baratas, conforme apresentado na reportagem no link abaixo.

A reportagem demonstra a importancia desse mercado na India e como a Genpact liderava o processo de aquisição da CSC Global do CITI Group à época. O Deal era valorado em U$ 750 mn for 80% das ações.

Vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=mBmrHy6YF0w&feature=youtube_gdata

Material detalhado e evolução deste e de outros casos podem ser encontrados na sourcingnotes.com, site indiano especializado no mercado de outsourcing, a exemplo do offshoringtimes.com .

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Outsourcing: pessoas e conhecimento direcionam o sucesso


Todos nós, com seres humanos, somos  muito diferentes dos "fatores de produção ". Por este motivo, somente podemos pensar organicamente a empresa,  o modelo de negócio, e como promover as adequaçoes necessárias para tornar-la mais competitiva e eficiente, se, antes de mais nada, compreendermos as pessoas e como elas funcionam , suas dificuldades, características, personalidades, problemas e assim por diante.

Esse desafio passa desapercebido na rotina. No cumprimento de metas, cronoramas, prazos, concorrencia, orçamentos, etc. o caráter humano da empresa de serviços cai num fluxo de ação mecanizado, parametrizado e padronizado que somente encontra razão de ser numa linha de produção industrial, não aplicável a outsouring providers.

Em entrevista para a Tompeters.com, Robert Waterman, trata temas nessa linha e como manter a excelência através do gerenciamento de equipes, colocando pessoas em primeiro lugar. Aliás, sob esse tema específico, publicou o livro What America does right - Learning from companies that put people first.

Na mesma linha também publicou O Fator Renovação, um livro sobre a manutenção de excelência (NYTimes bestseller),  Adhocracia : o poder de mudar, obra que foca no gerenciamento de equipes.

McKinsey avalia o potencial de offshoring Brasileiro

Além da infraestrutura de Telecomunicação e a maturidade do mercado de TIC, a estabilidade da moeda e o tamanho do mercado interno são destaque positivos.
Problema continua sendo mão de obra e inflexibilidade das leis trabalhistas. Dos 180 milhoes de brasileiros estima-se que apenas uma faixa entre 8% e 13% dos profissionais de nível superior estejam capacitados para assumir cargos nesse setor, segundo as multinacionais avaliadas.

Inovação em gestão de processos de saúde


O link com matéria abaixo detalha como o  caminho da competitividade no mercado de Saúde passa, invariavelmente, pela inovação no modelo de gestão dos processos. Sejam eles de governança, de gestão da informação ou da cadeia logística.

http://www.leitor.com.br/adm/ver_link_tci.asp?veiculo=Jornal%20do%20Commércio%20-%20Rio%20de%20Janeiro/RJ&data=14/7/2010&edi=Opinião&pag=A-13&qtd=1&class=4176&img=..//clientes/TCI/h100714_156a.jpg

BPO: Uma análise setorial objetiva

Uma questão que se impõe cotidianamente nos fóruns empresariais é a qualificação dos itens de serviços de outsourcing que compõem uma plataforma integrada, base de uma oferta de BPO (Business Process Outsourcing).
Questões como: O que é Outsourcing? Como está estruturada a cadeia produtiva? Quais os Riscos e benefícios do setor são temas que há muito se debate e, nos últimos anos, as incertezas diminuídas. Ocorre que a área de penumbra retorna fortemente com o cenário imposto pela necessidade da inovação dos modelos de negócios e novas formas de precificação e entrega de serviços por parte dos provedores globais de ousourcing.
Com esse panorama, temos uma leitura indicativa neste documento que se trata de uma análise setorial sobre o mercado de Outsourcing com atenção especial ao BPO. Neste ensaio, Marilia Ometto Seiffert , Gerente de Expansão de Negócios da TCI, apresenta, além de um overview sobre o background do mercado de outsourcing no Brasil e no mundo, os fatores macroeconômicos que influenciam o setor e a evolução deste para um modelo mais complexo definido como BPO.
Em relação ao BPO o ensaio ainda apresenta a evolução deste mercado, lógica de custos de produção, sazonalidade e indicadores do setor, além dos maiores players globais.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

BPO: Inovação do modelo de negócio é a essência



Algumas mudanças-chave no modelo de negócios do Provedor de outsourcing, provocadas por demandas distintas de seus clientes, impõe uma lógica de fornecimento de valor multiplicado de serviços (tech+ops+analytics), com identificação de novas fronteiras de produtividade e necessidade de se desenvolver modelo de precificação variável.

Mais que uma questão de sobrevivência, essa realidade é o suporte obrigatório para aumento dos lucros e, por conseqüência, mudam a maneira de pensar a estratégia da Companhia e o respectivo modelo operacional praticado junto ao cliente.

Desta forma, estratégias para transformar as organizações e ajudar a fazer o mesmo junto a seus clientes são essenciais para empresas que propõem automação e remodelagem de processos de negócio. Nesse sentido, curioso brainstorm, acompanhado de referências reais, apresenta Braden Kelley, no seu livro Stoking Your Innovation Bonfire.

Temas recorrentes abordados por ele espelham cases de identificação dos bloqueios que impedem a inovação dentro da organização e mudanças fundamentais na reconstrução das capacidades de inovação. Vale a pena!


Entrevista concedida ao programa Economia e Negócios

No link abaixo encontra-se vídeo com entrevista concedida ao programa de televisão Economia e Negócios,  tendo como pauta o mercado de outsourcing nacional e a relação Brasil-India neste contexto.

http://extranet.topclip.com.br/NoticiaTV.aspx?ID=7188374.123211.162773

terça-feira, 13 de julho de 2010

Retenção de Talentos: ponto chave para Provedores de BPO


A Retenção de funcionários-chave é fundamental para a saúde a longo prazo e o sucesso de qualquer organização. O desempenho dos trabalhadores é muitas vezes ligada diretamente à qualidade, satisfação do cliente, aumento da venda de produtos e até mesmo a imagem de uma empresa.
Não manter um funcionário-chave é uma proposição dispendiosa para qualquer organização. Várias estimativas sugerem que a perda de um gerente de nível médio na maioria das organizações, se traduz em uma perda de até cinco vezes seu salário. Isso pode ser pior para as empresas de BPO , onde novos talentos são intensamente treinados e empossados e , em seguida, mais preparados para as fases sucessivas .

Por que as pessoas se vão:

Em um setor como o BPO, o trabalho pode ser monótono e, muitas vezes, as oportunidades de crescimento profissional mínima. Então, quando as oportunidades acenam, não é surpreendente atroca de empresa. Pesquisas mostram que o trabalho noturno, melhorias salariais, incapacidade de lidar com vários tipos de stress, trabalho monótono, políticas da empresa , falta de crescimento na carreira e problemas com a chefia, são algumas das razões mais comuns listadas pelos funcionários de empresas do setor, como razões para sair do trabalho.

Como o ambiente é único, as empresas precisam desenvolver formas inovadoras para enfrentrar as insatisfações. O Departamento de Recursos Humanos devem abordar estas questões, e, juntamente com a alta gestão desenvolver estratégias para manter os empregados em todos os níveis.

No momento do recrutamento:

• Selecionar as pessoas certas através de um rastreio de competência.

• utilização de testes psicométricos para as pessoas que podem trabalhar à noite e lidar com a monotonia.

• Oferecer um atrativo e competitivo , um pacote de benefícios .

• Declaração clara do desempenho vinculado a incentivos e outros benefícios. Manter essas promessas, mais tarde.

• Criação de bases e escritórios em cidades menores, ou recrutar de lá , onde as oportunidades são poucas.

Na Operação:

• As tarefas devem ser comunicadas ao funcionário de forma clara e completa. Os detalhes do trabalho , a sua importância , a forma como isso deve ser feito , o tempo máximo que pode ser alocado para completá-lo , etc , devem ser esclarecidos e, eventuais mudanças, previamente comunicadas.
• Dar as ferramentas necessárias aos trabalhadores , tempo e treinamento. O empregado deve ter as ferramentas , o tempo e o treinamento necessário para fazer bem o seu trabalho - ou eles vão passar para uma empresa que lhes proporcione esse ambiente .

• Ter uma pessoa para conversar com cada funcionário em intervalos regulares. Ouvir e solucionar queixas e problemas dos trabalhadores , tanto quanto possível. Equidade e tratamento imparcial é importante. Ajude os funcionários a gerenciar o estress , tanto no trabalho e, se possível , fora do trabalho também. Dê-lhes concessões especiais , quando necessário. Tratar bem os funcionários e proporcionar a dignidade do trabalho.

• A qualidade da supervisão que um funcionário recebe é fundamental para a retenção de funcionários.

• Conceder aos empregados um ambiente de trabalho livre de estress . As pessoas querem desfrutar do seu trabalho. Fazer o trabalho e local de trabalho alegre e divertido é possível. 

• Certifique-se que os funcionários sabem que seu trabalho é importante para a organização. Sentir-se valorizado pelo empregador é fundamental para a motivação dos funcionários e moral alta . Reconheça suas forças e ajudá-los a melhorar aqueles que faltam.

• Os funcionários devem se sentir recompensados, reconhecidos e apreciados.
• Oferecer excelentes perspectivas de crescimento na carreira. Se não conseguir oportunidade de crescimento dentro da organização, eles vão procurar outro lugar.

• iniciativas de equilíbrio trabalho-vida são importantes. Políticas e práticas inovadoras relativas ao horário de trabalho, sistemas flexíveis, concessão de licença de urgência proporcionando saúde para a família são importantes para a maioria das pessoas . Essas políticas além de  trazer impacto positivo sobre a retenção de funcionários qualificados , atrai recrutas de alto calibre.

A gestão eficaz dos recursos humanos deve ser praticada tanto no plano estratégico, quanto no dia- a-dia. As práticas de gestão de RH deve refletir a política da empresa quanto à forma como irá administrar e se relacionam com seus empregados. A estratégia de RH deve evoluir de um papel de suporte transacional para parceria na estratégia de negócio das organizações.

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